Saí do meu ministério e estão me ameaçando, o que faço?

A decisão pode acabar trazendo diversos problemas. Saiba como resolvê-lo.

Um momento bastante difícil na vida de um cristão é quando ele decide abandonar o seu ministério. Não se trata de uma escolha fácil, e quando alguém toma esta decisão, geralmente, é por conta de uma série de fatores.

Se não fosse o suficiente, muitas pessoas que deixam o ministério passam a sofrer ameaças de irmãos e outros membros da igreja, tornando as coisas ainda mais difíceis. Neste caso, o que fazer? Como agir diante de toda a intimidação e pressão?

As ameaças

Seja você um pastor do ministério ou um frequentador da igreja, você não está livre da possibilidade de receber ameaças dos irmãos. Apesar de altamente negativo, as ameaças são desferidas porque geralmente as pessoas desejam a sua permanência no local, mas fazem uso das ameaças para intimidar a sua saída.

Estas pessoas não compreendem que chega um determinado momento da vida de um pastor em que ele atinge um estágio eficiente para a vida do ministério, e precisa seguir a sua vida e ensinamentos religiosos em outra organização. Às vezes também pode ocorrer de haver um esgotamento por parte do pastor, e por isso ele precise ministrar outra igreja.

O segredo para lidar com isso é bastante simples: A conversação. Acima de tudo, a conversa entre você e aqueles que estão desferindo ameaças não deve ter um tom de confronto. O amor e a humildade devem estar acima de tudo. Com a conversa, tudo se resolve. Explique suas verdadeiras razões e mostre que a sua saída não irá prejudicar o ministério, e que mudanças são essenciais para o funcionamento de uma igreja.

Mudando de ministério

É inevitável que todos nós eventualmente tenhamos que tomar decisões, e este tipo de situação acaba nos sobrecarregando. Ao sair de um ministério, a melhor coisa a se fazer é buscar por outra igreja na qual a residência seja próxima (fiel) do local de onde você saiu. É importante seguir o seu caminho e enfrentar aqueles que estão discordando da sua decisão.

 

 

 

 

Escrito por Raquel M.