Presidente da Igreja Batista das nações afirma que pastor George Alves não era membro da Igreja

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George disse em depoimento à CPI dos Maus-Tratos que era membro da Igreja Batista das Nações, em São Paulo; entidade nega.

Valmir Ferreira Presidente da Igreja Batista das Nações em São Paulo desde 1997, garante que George Alves Gonçalves, acusado de matar seu filho e enteado em Linhares, não era membro de sua Igreja.

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De acordo com o presidente pastor Valmir Ferreira, há quatro anos ele recebeu em um culto um casal, com eles estavam uma criança o Kauã e a mãe estava grávida do Joaquim.

“Eles nos procuraram como dezenas de outras pessoas e aceitaram a Jesus. Conosco ficaram por uns sete meses, mas nunca fizeram parte do rol de membros da nossa igreja, eles eram fiéis”. Relatou Valmir.

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Valmir ainda explicou que, por não serem oficialmente casados, não chegaram nem mesmo a serem batizados. E por causa disso não poderiam pleitear nenhum cargo na igreja.

“Temos pastores em nossa igreja que levam mais de vinte anos para conquistarem o posto de membros, pois não depende apenas de conhecimento bíblico, mas também tem que demonstrar uma vida de caráter”. Diz pastor Valmir.

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Após sete meses frequentando a nossa igreja como fiéis, eles se ausentaram, então depois de um certo tempo souberam que eles tinham mudado de Estado.

” Quando soubemos do ocorrido, ficamos muito tristes e consternados com tudo que aconteceu. Conhecíamos o garoto Kauã e a mãe estava grávida do Joaquim. A princípio nos solidarizamos com a dor do casal. Depois ficamos chocados com o desenrolar dos fatos. Hoje oramos por todos eles”. Concluiu.

A igreja Batista das Nações se pronunciou depois que foi citada por George durante o depoimento, ele disse ao relator da comissão, Senador Magno Malta, que ele e sua esposa tinham se convertido a uma instituição evangélica em São Paulo, que seria a Igreja Batista das Nações, onde eles frequentaram como fiéis.

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Com informações: www.gazetaonline.com.br

Escrito por Raquel M.