Quiz: Teste de Personalidade Online Gratuito

Responda 10 perguntas e descubra qual dos quatro perfis de personalidade combina mais com o seu jeito de agir. Teste gratuito, sem cadastro.

2. Você precisa resolver um problema difícil. Qual é o seu primeiro passo?


O jeito de resolver problemas diz muito sobre o seu perfil

Diante de um problema difícil, existem basicamente dois caminhos. Um grupo de pessoas para para entender antes de agir: lê, pesquisa, mapeia o terreno e só depois se move. Outro grupo age primeiro e entende no caminho: testa uma coisa, vê o que acontece e corrige a rota.

Os dois caminhos chegam ao mesmo destino na maioria das vezes. O que muda é o custo. Quem analisa antes gasta tempo no começo e economiza retrabalho depois. Quem age antes economiza tempo no começo e às vezes refaz o serviço duas vezes.

Quando cada abordagem é a certa

O erro não está em preferir um dos dois. Está em usar sempre o mesmo, independente da situação. Problemas caros e difíceis de reverter pedem análise: trocar de emprego, assinar um financiamento, mudar de cidade. Nesses casos, a pessoa que age por impulso paga caro pela pressa.

Já problemas baratos e reversíveis pedem teste. Descobrir se um aplicativo serve, se uma receita funciona, se um jeito novo de organizar a agenda rende mais. Aqui, quem passa três dias pesquisando está gastando mais tempo do que o problema merece, e teria descoberto a resposta em vinte minutos experimentando.

Uma pergunta simples resolve quase sempre: se der errado, quanto custa voltar atrás? Se a resposta for pouco, teste. Se for muito, analise.

Perguntar a quem já passou pelo problema

A terceira opção da pergunta é a mais subestimada das quatro. Procurar alguém que já enfrentou a mesma situação costuma economizar semanas, porque essa pessoa já pagou o preço dos erros que você cometeria. É o atalho mais barato que existe e mesmo assim muita gente não usa, por achar que pedir ajuda pega mal.

Quem tem esse reflexo tende a construir uma rede de contatos útil ao longo dos anos, sem nem perceber que está fazendo isso. A limitação aparece quando o problema é realmente novo e não existe ninguém para perguntar. Aí a pessoa precisa recorrer a um dos outros três caminhos.

Já resolver conversando em grupo funciona bem quando o problema tem muitas partes envolvidas e a solução depende de todo mundo topar. Funciona mal quando o assunto exige concentração e o grupo só dilui a responsabilidade.

Por que a primeira ideia raramente é a melhor

Existe um hábito que melhora a decisão de qualquer um dos quatro perfis, e custa poucos minutos: obrigar-se a listar três saídas antes de escolher uma. A primeira ideia costuma ser a mais óbvia, e a mais óbvia costuma ser aquela que você já usou em outra situação parecida, mesmo que o contexto agora seja diferente.

A segunda e a terceira opção quase sempre nascem piores que a primeira. O ganho não está nelas: está no fato de que, para inventá-las, você precisa olhar o problema por outro ângulo. Muita gente descobre nesse processo que estava resolvendo o problema errado.

Para quem age rápido, essa pausa evita o retrabalho. Para quem analisa demais, ela funciona como limite: três opções e decide, em vez de pesquisar indefinidamente.