Confeiteiro recusa fazer bolo com tema gay e vence a causa

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Todos nós sabemos o quão difícil é termos ‘liberdade’ em certos assuntos. Há muitas coisas, nas quais nos agarramos,  escolhemos ,ou simplesmente aconteceram e as demais pessoas não aceitaram. Seja no amor, na religião, na cor e até mesmo aparência, em todos os aspectos de nossa vida, de alguém virá a intolerância, o preconceito. Mas no caso de hoje, até o júri ficou dividido, pois se tratava de um homem que defendia sua religião e um casal que defendia o amor entre eles.

Jack Philips é um confeiteiro que sempre se dedicou muito ao seu trabalho e sempre procurou fazê-lo com excelência. Porém, para a surpresa de Jack, ele foi processado no ano de 2012 por se recusar a fazer um bolo de casamento para um casal homossexual. Foi assim que começou sua batalha judicial.

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A votação para a decisão ficou de sete contra apenas dois.

A suprema Corte optou por entender e concordar com o lado de Jack, uma vez que aquela era a crença dele e que ninguém o podia forçar a fazer um bolo contra sua vontade, já que isso violava tudo em que ele acreditava.

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Os clientes era Charlie Craig e Dave Mullins. Ambos abriram um processo contra o confeiteiro, pelo fato de ele haver negado o pedido do bolo, ato que os homossexuais acharam desrespeitoso e preconceituoso.

Dave e Charlie se mostraram não satisfeitos com a decisão do tribunal, e disseram que continuariam lutando para que mais pessoas não passassem pelo o que eles chamaram de ‘constrangimento’.

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Jack garante que não os discriminou, e afirmou ter dito aos rapazes que lhes venderia bolos de aniversário, chá, biscoito, dentre outros, somente não faria o bolo do casamento, que por sua crença, ele não queria ‘participar do evento’, segundo ele.

O júri ficou pouco dividido, mas houve diferenças de pensamento, uma vez que poderia se tratar de uma discriminação, tanto na base religiosa quanto à orientação sexual dos indivíduos envolvidos.

Escrito por Redator