Para que eles não fossem separados casal de pastores resolveram adotar os cinco irmãos

Uma linda história de amor está chamando atenção da mídia, um casal de pastores emocionou o mundo com um lindo gesto. Eles como líderes religiosos colocaram em prática, tudo aquilo que pregam sobre amor e família.

Nesta quinta-feira dia 12, um casal de pastores, Veranilda de Oliveira Guimarães e seu marido, o pastor Adalberto Franco Guimarães, entraram com uma ação judicial para adotar cinco irmãos. As crianças que foram adotadas tem idades entre 4 e 14 anos, foram acolhidas em um abrigo pelo casal há nove meses desde então lutam na justiça para conseguir a guarda definitiva das crianças.

As crianças moram em um abrigo na Cidade Oriental, Goiás. A pastora Veranilda trabalha como diretora nesse mesmo abrigo, Casa Lar Rebecca Jenkings no qual as crianças foram deixadas. A mãe biológica foi denunciada e acabou perdendo a guarda das crianças após ser condenada por maus-tratos.

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A pastora relatou que as crianças já foram adotadas por outras famílias, mas antes da fase de adaptação acabar, sempre ás devolviam, e isso se tornava ainda mais doloroso para essas crianças, e o que mais temiam era que fossem separados. Parece que era obra do destino mantê-los junto.

“Tinham essas cinco crianças que a família pegava e devolvia. Sempre que eu os via eles corriam para me abraçar. Maria Vitória (a mais velha) toda vez pedia pra não deixar separar dos irmãos. Fui sendo ministrada com essas palavras”, declarou a pastora Veranilda em entrevista.

Ela afirmou também foi comovida com o modo de vida deles, são muito unidos e isso ajudou na decisão, mesmo com as condições financeira apertada e idade já avançada, eles ouviram a voz do seu coração, e já sentiam que não podia deixá-los mais naquela situação.

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Conversei com meu esposo Adalberto e ele pensa como eu e falou que não achava justo irmãos se separarem. Nós somos pastores, pregamos sobre amor, acreditamos na família e vimos uma oportunidade de colocar nossas convicções em prática, e de tomar logo uma decisão. Naquele momento, deixamos o amor falar mais alto, a gente não levou em conta nem os nossos cabelos brancos. Então a gente decidiu pedir a guarda dessas crianças para o juiz”, explicou.

 

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