“Nunca vi nada assim”. Disse policial ao encontrar 11 crianças famintas e desnutridas em um barraco

Ao receber uma denúncia de um homem que havia sequestrado o próprio filho de 3 anos, a polícia do Novo México, nos Estados Unidos resgatou onze crianças que estavam vivendo em condições degradantes em um barraco que fora improvisado no meio do deserto. O chefe da polícia local informou que as crianças têm idades entre 1 e 15 anos, estavam com os pés descalços, usando roupas muito velhas e sujas e pareciam ser crianças de refugiados de países do terceiro Mundo. As crianças foram encontradas pelos policiais no último dia 04 de Agosto, também no local havia cinco adultos, dois homens fortemente armados, que acabaram presos.

Pedido de socorro

A polícia chegou até o local depois que receberam um pedido de socorro em uma mensagem que dizia: “Estamos famintos e precisamos de comida e água”. Ainda não se sabe exatamente como as crianças foram parar no local, que é uma área que está localizada próximo da comunidade de Amália, no Novo México. Os policiais descreveram o local como um trailer semienterrado coberto de plástico, sem água corrente ou eletricidade, as crianças foram encontradas famintas, com sede e cobertas de sujeira, há muitos dias sem tomar banho.

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Um dos policiais disse que está na profissão há 30 anos e nunca viu nada como aquilo, algo inacreditável. Segundo ele as crianças estavam tão magras que dava para ver suas costelas, completamente sujas e muito assustadas. Eles deram as crianças o lanche que eles tinham, e disse que essa foi a pior condição de vida e pobreza que ele já viu em sua vida, algo muito triste.

Não havia água limpa no local e a única comida que os policiais viram foi algumas batatas e uma caixa de arroz. Os homens que foram presos no local são Siraj Wahhaj e Lucan Morton, eles irão responder por várias acusações de abuso infantil. Três mulheres que também estavam no local foram levadas para interrogatório e liberadas em seguida, a polícia acredita que elas são as mães das crianças, aparentemente as mulheres e as crianças sofreram muito e foram intimidadas pelos homens.

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As crianças receberam atendimento médico e foram entregues ao serviço social. O menino de três anos sequestrado não estava no meio do grupo de crianças resgatado.

 

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